A cozinha para de gritar
Um monitor pendurado na cozinha, lido de pé e a dois metros. Cada comanda mostra o que fazer, há quanto tempo está esperando e um único botão dizendo o próximo passo. Quando passa do tempo, o cartão fica vermelho antes de alguém reclamar.
As colunas são as da sua casa. Uma pizzaria tem montagem e forno; uma hamburgueria, chapa e montagem; uma marmitaria não divide nada. O botão chama o próximo posto pelo nome que você deu — Mandar para o forno.
O tempo prometido sai do próprio cardápio, item por item: uma pizza família e um refrigerante não disparam o mesmo alerta.
O cardápio inteiro numa tarde
Meio a meio, tamanho, ponto da carne, adicionais, complementos do açaí, acompanhamento da marmita. Tudo isso é a mesma peça — um grupo de escolhas — e por isso o cardápio de qualquer casa cabe no mesmo cadastro.
Nove grupos vêm prontos, com nome, regra e opções já preenchidos. Abaixo dos campos, uma frase diz em português o que o cliente vai poder escolher, para você conferir sem precisar simular um pedido.
Quem começa do zero escolhe o tipo da casa e as categorias entram prontas. Itens parecidos se duplicam, o que resolve a hamburgueria com doze lanches que só mudam o recheio.
O Pix sai junto com o pedido
O cliente disse que vai pagar no pix. O pedido é lançado, e a cobrança já vai na conversa — sem segundo passo, sem alguém lembrar de mandar depois.
Quando o dinheiro entra, a baixa é automática e a comanda passa a exibir Pago. É a resposta para a pergunta que o balcão faz antes de entregar.
Se o provedor de pagamento falhar, o pedido não se perde: ele já está gravado e a caminho da cozinha, e a cobrança pode ser refeita com um clique.
A taxa certa, sem ninguém digitar
Cadastre uma taxa padrão e você já entrega para a cidade inteira. Depois vá cadastrando só os bairros que fogem dela — o mais longe, o que exige ponte, o do outro lado do rio.
No pedido, a taxa se preenche pelo bairro do cliente e o campo diz de onde ela veio. O endereço também deixou de ser redigitado: fica no cadastro do cliente e o painel puxa sozinho.
E quando o pedido sai para entrega, o cliente recebe o aviso na conversa sem ninguém digitar. O texto é seu.
No fim da noite, onde o tempo foi
Saber que o pedido leva 23 minutos não diz o que consertar. Saber que são 2 na fila, 17 no forno e 7 esperando o entregador, sim.
O resumo separa cada trecho do caminho, porque cada um tem um dono diferente: fila cheia é falta de mão na cozinha, prateleira cheia é falta de entregador. Ao lado vêm o faturamento, o ticket médio, os itens que mais saem e a receita por canal.
Cada média mostra sobre quantos pedidos foi calculada — cinco minutos sobre dois pedidos não vale o mesmo que sobre duzentos.
Quem está disponível agora
Estar conectado não é estar disponível. O atendente declara seu estado no rodapé da tela de atendimento, e para entrar em pausa precisa dizer o motivo.
Os motivos são seus: almoço, banheiro, treinamento, reunião. Cada um pode ser marcado como produtivo — porque reunião faz parte do trabalho e almoço não, e o relatório trata os dois de forma diferente.
Do lado de quem supervisiona, isso vira aderência: quanto tempo logado, quanto disponível, quanto em pausa e por qual motivo. Sem planilha paralela.
A fila entrega sozinha, e transborda quando trava
Antes, a distribuição automática só acontecia dentro do fluxo do robô. Quem chegava por fora — mensagem direta, transferência, cliente que voltou — ficava parado até alguém puxar. Agora a fila entrega sozinha, a cada 20 segundos.
Duas formas de entregar: equilibrada, para quem tem menos conversas, ou por competência, para quem domina aquele departamento. E cada atendente tem um teto de conversas simultâneas, respeitado a cada entrega.
Quando a fila trava, o transbordo passa para outro departamento quem esperou além do limite — só o que ninguém assumiu, porque atendimento em andamento não muda de dono pelas costas de quem atende.
Nada liga sozinho: toda fila começa em não distribuir, e teto zero significa sem teto. Você escolhe onde começar.
Cada conversa de grupo com dono
Grupo de WhatsApp era conversa de todo mundo. Agora cada grupo pode ser liberado para um departamento ou para pessoas específicas, e quem não foi liberado não vê.
Ligar isso não muda nada no dia seguinte, de propósito: grupo que ninguém reivindicou continua aparecendo para todos. A restrição total é um interruptor à parte, para você acionar depois de distribuir.
Ser administrador deixou de valer como passe livre — administrar não é o mesmo que participar do grupo. E fechar a conversa de um grupo passou a ser do administrador.
Migração por planilha, e as regras de tempo no lugar
Importação de produtos e oportunidades por planilha, com modelo pronto para baixar. Reenviar o mesmo arquivo atualiza em vez de duplicar — dá para corrigir três linhas e subir tudo de novo. O que não entrar é listado com o motivo, linha a linha.
Regras por tempo na etapa: quem usava acompanhamento por tempo parado no funil relatava regra disparando cedo demais e ação de mudar de etapa que não mudava nada. Os dois foram corrigidos. O relógio da etapa passou a ter hora, e não só data, e o acompanhamento ganhou cadência — uma regra pode tocar mais de uma vez, no intervalo que você definir.
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