Um chat no seu site, instalado com uma linha.
O Digla passou a atender também pelo seu site. Uma única tag de script — copiada pronta na tela da conexão — coloca o balão de conversa em qualquer página, sem projeto de TI e sem depender de terceiros.
Cada visitante que escreve vira um atendimento na mesma tela em que a sua equipe já trabalha: o mesmo painel, os mesmos fluxos, a mesma inteligência dos outros canais. E, diferente do WhatsApp, aqui não existe janela de 24 horas — você responde quando puder, sem regra de reengajamento.
O arquivo tem cerca de 11 KB, carrega de forma assíncrona e só abre conexão quando o visitante interage. O site do cliente não fica mais lento por causa dele.
A cara da sua marca, com prévia ao vivo.
Título, subtítulo, cor principal, lado da tela, formato do botão, ícone próprio e idioma — português, inglês ou espanhol. Tudo com a prévia do widget real ao lado, antes de salvar.
O tema acompanha o site do visitante: claro, escuro ou automático. Também dá para restringir em quais domínios aquele código pode rodar, o que impede que alguém copie o snippet e use em outro endereço.
Fora do expediente, o widget mostra o aviso que você configurou — e o recado continua entrando, virando um atendimento pendente para o dia seguinte.
Botões, listas e mídia — conversa de verdade.
Os menus dos seus fluxos aparecem como botões reais no site: o visitante toca em vez de digitar 1. Anexos de até 10 MB nos dois sentidos, incluindo imagem, áudio, vídeo e PDF.
O chat pode se abrir sozinho depois de alguns segundos, uma vez por sessão, com uma frase-isca. E a regra pode ser por página: em /precos, esperar dez segundos e perguntar se há dúvida nos planos.
Ao encerrar, a conversa pede uma nota de 1 a 5 e um comentário, que alimentam o painel de Qualidade que você já usa.
Reunião marcada sem sair da conversa.
O novo bloco de Agendamento no construtor de fluxos oferece os horários reais da agenda da sua equipe. Você escolhe o evento, o dono da agenda, quantos dias olhar e quantos horários mostrar.
No webchat os horários aparecem como botões; nos outros canais, como lista numerada. A escolha cria o agendamento de verdade, com verificação de conflito, e a conversa pode seguir abrindo a oportunidade no funil.
Veja quem está no site agora — e puxe conversa.
Um radar no topo da lista de atendimentos mostra quem está navegando neste momento: a página atual, há quanto tempo chegou, se é a primeira visita ou um retorno, quantas conversas já teve e quando foi a última. Atualiza a cada vinte segundos.
No cartão do visitante, o atendente escreve uma mensagem e clica em Abordar. O chat abre na tela da pessoa na hora, já com contato e conversa criados.
Com o mapeamento de navegação ligado, a equipe e o Assistente de IA enxergam a trilha do visitante e podem usar isso no texto. É opcional e se liga por conexão.
Um cliente, um cadastro — em todos os canais.
O visitante pode se identificar por um formulário antes da conversa, ou automaticamente quando já está logado no seu site. A partir daí o sistema procura um contato existente pelo e-mail ou telefone.
Se encontra um, funde o histórico da conversa nele. Se encontra dois ou mais parecidos, não funde nada e deixa o aviso para o atendente decidir — porque juntar cadastro errado é pior do que ter dois.
O histórico sobrevive entre visitas e entre canais: quem conversou no site e depois chamou no WhatsApp continua sendo a mesma pessoa.
Acessar app.digla.io/chatQuanto a plataforma devolveu, com a conta aberta.
Um painel novo responde à pergunta que todo dono faz: o que isso aqui me deu. Ele abre com uma frase — quanto de receita nasceu da plataforma e quantas horas da equipe foram poupadas no período — e logo abaixo o retorno sobre o que você gastou de inteligência artificial.
São quatro colunas. Receita gerada conta os negócios ganhos cuja origem foi o agente de IA, um fluxo ou uma automação — negócio fechado à mão pelo vendedor não entra, porque o mérito é dele. Tempo devolvido soma conversas resolvidas sem humano, áudios transcritos e resumos. Trabalho automático conta as ações que rodaram sozinhas. Qualidade guardada traz SLA cumprido, satisfação e nota de avaliação.
O painel é visível apenas para administradores, porque lê a empresa inteira.
O que é medido, o que é estimado, e a premissa é sua.
Receita, contadores e qualidade são medição direta. Tempo devolvido é estimativa — e a estimativa vem com a fórmula escrita na tela, linha por linha.
As horas viram reais por um custo-hora que você edita no próprio painel. O padrão é R$ 25 e aparece rotulado como sugestão, não como verdade.
Nada de constante inventada: as conversas resolvidas pela IA viram horas usando o tempo médio de atendimento da sua própria empresa no período. Se não houver atendimento humano encerrado para medir esse tempo, as conversas ficam fora da conta e a tela avisa — em vez de usar um número de mercado.
Todo número abre a lista que o formou. Clicar em 142 conversas mostra quais conversas, com cliente e data.
Acessar app.digla.io/dashboard/value-mapO acumulado que não zera, e o extrato do dia 1º.
Abaixo das colunas fica a faixa Desde que você chegou, com o total acumulado desde a sua entrada. Na virada do mês, os números daquele mês são congelados: editar um negócio antigo não reescreve um mês que já passou.
Todo dia 1º, o gestor recebe no WhatsApp o extrato do mês fechado — receita gerada, recebido por cobrança na conversa, tempo devolvido em horas e em reais pela sua premissa, ações automáticas e o retorno sobre o custo de IA. Esse texto não passa por inteligência artificial: sai congelado da foto do mês, em formato fixo, sem consumir crédito.
Duas observações honestas. O extrato só chega a quem já usa o Resumo semanal por WhatsApp, porque vai pelo mesmo caminho e no mesmo horário. E a receita por origem passou a ser registrada agora, sem preenchimento retroativo: a série começa neste mês e cresce a partir daqui.
Acessar app.digla.io/dashboard/value-mapA previsão do mês em três faixas com nome de gente.
O topo do painel de previsão passou a dizer, em uma frase, quanto falta e em quantos dias úteis. Abaixo dela, três faixas: Já é seu, Deve fechar e No melhor caso.
Compromisso entra por inteiro, provável entra pela metade e o resto do funil entra a vinte por cento. Quando o histórico do próprio vendedor sustenta um número melhor, o peso dele substitui o peso fixo.
Essa calibração é medida no seu histórico, não em média de mercado: a probabilidade de uma etapa só passa a valer a taxa real da sua empresa a partir de trinta negócios já decididos naquela etapa, e o peso por vendedor exige cinquenta. Abaixo disso, nada é gravado e continua valendo o percentual configurado. A ausência do dado é a resposta.
Cinco minutos por semana revisando a carteira.
O vendedor classifica cada negócio como compromisso, provável ou pipeline. Marcar compromisso exige data prevista de fechamento, e ela não pode estar vencida — promessa sem data não é compromisso.
A lista vem ordenada pelo que pede decisão, não por valor: promessa vencida primeiro, depois compromisso sem data, depois o que nunca foi avaliado. Compromisso parado há mais de trinta dias volta para o topo.
Vale dizer com franqueza: enquanto ninguém fizer essa revisão, tudo fica em pipeline e o Já é seu mostra apenas o que já foi fechado. A previsão é boa na medida em que a rotina existe.
O que mudou na semana, e se a previsão acertou.
Um bloco decompõe a variação dos últimos sete dias em seis causas: negócios que entraram, ganhos, perdidos, os que avançaram de etapa, os que voltaram e os que mudaram de valor. Quando as causas não explicam a variação inteira, aparece a linha não explicado — em vez de forçar a conta a fechar.
E, no fim do mês, o bloco A previsão acertou? compara o que foi previsto no início contra o que fechou de fato, com erro médio e a tendência de cada pessoa a prometer demais ou a esconder negócio.
Meses anteriores à ativação aparecem como sem foto, não como erro. A série começa agora.
Todo cartão de indicador abre a lista que o formou.
Eram quarenta cartões sem saída: o número aparecia e não havia como conferir. Agora clicar em qualquer indicador de Negócios, Métricas, Gerencial ou Previsão abre uma gaveta com a régua escrita em português, as linhas que compõem o valor e a conferência explícita contra o cartão — inclusive avisando quando a diferença passa de um centavo.
O total é somado no servidor sobre o conjunto inteiro, não sobre a página visível. E onde o número é uma média — taxa de ganho, ticket médio, ciclo — o detalhamento não é oferecido de propósito, porque não existe lista cuja soma dê uma média.
Para quem quer montar o próprio recorte, a tela de Conferência de negócios deixa filtrar por ganhos, perdidos, criados ou em aberto, com período, responsáveis e funil, a partir da mesma fonte dos cartões. É a planilha que você faria, dentro do produto.
Cada meta explica a régua que usa.
O botão Conferir na tabela de metas mostra o critério antes do número: receita conta o que fechou no período, quantidade conta o que nasceu nele, conversão cruza as duas e atividades olha as tarefas.
Abaixo, a lista do que soma e um histórico de por que o número mudou, dia a dia, com os eventos que explicam cada degrau — um ganho, uma perda, uma reabertura, uma troca de responsável.
Cada painel respeita o seu perfil.
Passou a valer uma regra única em todos os painéis: usuário comum vê a própria carteira; administrador vê a empresa inteira e só restringe ao escolher alguém no filtro.
Na prática, isso significa que receita, ciclo de vendas, motivos de perda e o ranking dos colegas deixaram de aparecer para quem não deveria vê-los — e que o mesmo mês passou a dar o mesmo total em qualquer tela.
Acessar app.digla.io/dashboardVerificação em duas etapas no acesso.
Cada pessoa pode ativar, no próprio perfil, a verificação em duas etapas por aplicativo autenticador — Google Authenticator, Authy ou similar. São três passos: ler o QR, confirmar com o código de seis dígitos e guardar os dez códigos de recuperação.
Esses dez códigos aparecem uma única vez, e cada um serve para um acesso. Guarde-os em lugar seguro, fora do celular: quem perde o aparelho e não tem os códigos só é destravado pelo suporte da Digla — nem o administrador da sua empresa consegue fazer isso.
A janela para digitar o código é de cinco minutos, são cinco tentativas a cada cinco minutos e o mesmo código não pode ser reaproveitado.
Exigir a verificação de toda a equipe.
Em Configurações do sistema, o administrador encontra o interruptor Exigir autenticação em duas etapas. Ele vem desligado: por padrão, a verificação é opcional e individual, e quem não ativar entra exatamente como antes.
Ligado, o efeito é imediato. No próximo acesso, quem ainda não tiver a verificação é obrigado a cadastrá-la — o QR e o campo do código aparecem na própria tela de login, sem bloqueio e sem redirecionamento. Não há período de carência.
A recomendação é simples: ative a sua primeiro, avise a equipe, e só então ligue a exigência. As Configurações do sistema ganharam busca, então digitar duas etapas já leva ao card certo.
Controle de onde a sua conta está aberta.
O menu do usuário ganhou Sair de todos os dispositivos, que encerra sessões esquecidas em computadores de terceiros e no celular. Trocar a senha também passou a derrubar as outras sessões, mantendo apenas o aparelho em uso — e a troca exige o código de verificação, quando ela está ativa.
Usuário removido ou empresa suspensa caem de todos os dispositivos na hora.
No sentido oposto, um incômodo antigo saiu de cena: a sessão do aplicativo no celular agora dura trinta dias e se renova a cada uso. Quem usa todo dia não é mais deslogado sem motivo.
Uma central para todas as cobranças.
As cobranças emitidas na conversa deixaram de viver espalhadas pelos atendimentos. A nova Central de Cobranças lista todas as da empresa, com uma faixa de totais no topo, e permite achar rapidamente o que está pendente, pago ou vencido.
A visão é da empresa inteira para qualquer usuário — quem atende precisa saber se aquele cliente pagou, sem depender de pedir para outra pessoa.