O funil passa a dizer o que está parado.
Cada etapa do funil ganhou um prazo em dias. O negócio que passa do prazo recebe um selo vermelho com o tempo parado, e quem está sem próxima ação recebe o alerta amarelo. Um selo por cartão, para o quadro continuar legível de longe.
Dois filtros isolam esses negócios num clique: parados além do prazo e sem próxima ação. O prazo é definido por etapa, não por funil inteiro, porque qualificação e negociação não levam o mesmo tempo.
De hora em hora, o negócio parado vira aviso para o responsável. Uma vez por negócio, para o alerta não virar ruído.
As regras de disciplina moram na configuração do funil.
No editor do funil você define, etapa por etapa, o prazo e os campos exigidos para entrar: valor, data prevista, responsável, produtos, BANT ou descrição. Quem tenta avançar sem preencher recebe a lista do que falta, com atalho para preencher na hora.
Na aba de configurações ficam as duas travas. Exigir tarefa aberta para avançar de etapa impede o negócio de andar sem próximo passo combinado. Exigir tarefa ao ganhar ou perder garante que todo negócio fechado deixe registrado o pós-venda, a entrega ou a recompra.
As travas valem no servidor. A mesma regra se aplica à tela, à API e às automações — não há caminho por fora.
Um lugar só para o que o sistema precisa dizer.
O sino no rodapé passou a ser uma central de verdade. Tarefa vencida, negócio parado, pauta semanal e lead sem resposta chegam ali em tempo real, e também por notificação no celular de quem registrou o aparelho.
O que chegou enquanto você estava fora fica guardado até ser lido. Dá para ver só as não lidas, abrir o negócio direto pelo aviso ou marcar tudo como lido.
Tarefa vencida deixou de ser invisível: a cada quinze minutos o sistema procura tarefas abertas com o prazo passado e avisa o responsável. Com várias vencidas de uma vez, chega um aviso só por pessoa. Nas automações, o gatilho de tarefa atrasada dispara regras de escalonamento com os dias de atraso que você definir.
Equipes, com gestor que enxerga o próprio time.
Antes havia só dois mundos: administrador, que via tudo, e vendedor, que via o próprio. Agora existem equipes, com gestor e membros, e um perfil de Gestor de equipe que enxerga os painéis, o funil e os atendimentos do time sem virar administrador.
O recorte é resolvido no servidor. O gestor não amplia o que vê mudando o endereço da página. Metas do tipo equipe somam os membros, e o administrador compara times lado a lado no mesmo painel.
Cada funil também pode ser restrito a equipes. Funil sem equipe vinculada continua aberto a toda a empresa; com equipes, só o gestor e os membros delas veem e operam os negócios, e a distribuição automática respeita esse limite.
A origem passa a acompanhar o negócio, não só o contato.
A origem vivia apenas no cadastro do contato, e mudá-la reescrevia o passado. Agora cada negócio nasce com a origem gravada nele — herdada do contato quando você não informa — e o campo é editável no próprio negócio, entre as origens cadastradas na empresa.
No painel do gestor, a receita por origem passou a mostrar quantos negócios foram criados, quantos foram ganhos e a taxa de conversão de cada uma. É a diferença entre saber qual canal gera contato e saber qual canal fecha venda.
O webchat guarda o primeiro toque do visitante: quem chega por um link de campanha entra com a origem já preenchida, desde que o nome da origem coincida com o da campanha.
Onde a venda escapa, em gráfico e com valor.
O motivo da perda já era registrado, mas ficava numa lista curta que ninguém abria. Agora é um gráfico de barras ordenadas, que alterna entre quantidade e valor perdido, com o ticket médio e o ciclo médio de cada motivo.
A barra cinza mostra as perdas sem motivo registrado. Ela fica sempre visível de propósito: é a medida de quanto o próprio diagnóstico está incompleto.
Clicar numa barra abre a lista dos negócios perdidos por aquele motivo, com o total conferindo com o cartão. Na inteligência de vendas, a evolução mês a mês revela se um motivo está crescendo.
Esforço e resultado lado a lado, por vendedor.
As métricas mostravam resultado: receita, ganhos, conversão. Falta de esforço, porém, aparece semanas antes da falta de resultado — e agora é medida. O quadro de esforço × resultado traz, por vendedor no mês, as tarefas concluídas por tipo, as mensagens enviadas, os negócios criados, as propostas e os ganhos.
A coluna de atividades por ganho mostra quem produz muito com pouco e quem precisa de volume. A série semanal revela queda de ritmo antes do fim do mês, quando ainda dá para corrigir.
A conversa individual passa a ter número: você fez três ligações esta semana, sua média é doze. Todo o quadro sai em CSV com um clique, pronto para a reunião.
A história do cliente, dentro da conversa.
A aba Linha do tempo reúne, em ordem, os atendimentos, os negócios e suas mudanças de etapa, as cobranças e as notas daquele contato. Fica no painel lateral do atendimento, onde o vendedor já está, e não numa tela separada que ninguém abre no meio de uma conversa.
As notas passaram a ter autor e data, em fluxo contínuo. O negócio também carrega a empresa do contato, o que permite ler a carteira por empresa e não só por pessoa.
Fim do esse cliente já comprou? respondido de memória.
Quem pede para sair, sai — em todos os envios.
Não havia como um contato sair de campanhas e réguas. Agora ele sai sozinho ao responder SAIR, PARAR, STOP, CANCELAR, DESCADASTRAR ou REMOVER, com data e motivo registrados. Também dá para marcar à mão, no painel do contato dentro da conversa.
A supressão é aplicada na origem de cada envio automático — campanhas, réguas de mensagem e felicitações de aniversário — e não apenas na tela. A página Não perturbe, em configurações, lista quem saiu e permite devolver o contato à base quando ele pedir.
A régua também aprendeu a parar: quando o contato responde, a régua dele encerra e a conversa segue com uma pessoa, sem cobrança automática em cima do diálogo. Nas campanhas, resposta virou métrica, ao lado de entrega e leitura.
Duas versões da mensagem, e a campanha diz qual venceu.
Campanhas mandavam um texto só, e a avaliação do que funcionou ficava por conta da impressão. Agora a campanha aceita variantes com peso: cada destinatário recebe uma delas, o sistema registra qual foi enviada e o quadro de resultados elege a vencedora pela taxa de resposta, não só pela leitura.
A variante pode ser texto livre ou um template aprovado, com as variáveis preenchidas na hora do envio — inclusive as do sistema, como o primeiro nome do cliente e a saudação do período.
Quando há variantes, a mensagem principal sai do formulário e um aviso explica por quê: cada pessoa recebe uma das versões, e misturar as duas coisas tornaria o resultado ilegível.
Os eventos de negócio saem do CRM, e o funil entra na API.
Os webhooks passaram a entregar de verdade: um processo dedicado envia cada evento, tenta até três vezes com espera crescente e registra o resultado de cada tentativa. No cadastro entraram os eventos de negócio — criado, mudou de etapa e mudou de status.
Só destinos públicos com HTTPS são aceitos, e o endereço é verificado antes do envio. É uma restrição deliberada: impede que o CRM seja usado como ponte para a rede interna de quem o hospeda.
A API externa deixou de cobrir apenas contatos e mensagens. Com o token da empresa, integrações listam funis e etapas, produtos, metas e negócios, leem e atualizam um negócio e criam leads — respeitando origem, distribuição e campos exigidos, como na tela.
O agente de vendas conduz a conversa.
O agente de vendas foi reescrito para conduzir a negociação em vez de despejar recursos: pergunta, entende a situação e avança em duas etapas, no ritmo do cliente. Um simulador de negociação permite testar o agente antes de colocá-lo na frente de alguém.
Cada agente pode exigir um portão de qualificação, desligado por padrão: enquanto os campos definidos não estiverem preenchidos, ele não avança para a proposta.
Os agentes passaram a aceitar servidores de ferramentas por empresa, no padrão MCP. Na prática, o agente consulta seus sistemas — estoque, tabela de preços, prazo de entrega — durante a conversa, dentro das regras de rede e dos limites que você definir.
Nota do lead, distribuição, relatório de segunda e o app instalável.
Lead score automático: cada negócio aberto recebe uma nota de 0 a 100, recalculada de hora em hora, somando engajamento nas mensagens, recência, dados da empresa e qualificação. O selo no cartão mostra a nota, e passar o mouse explica cada parcela.
Distribuição automática no funil: negócios sem responsável recebem dono na hora, por sorteio, por carga (quem tem menos negócios abertos) ou por rodízio, a partir de uma fila. Vale para a tela, a API, o webchat e os fluxos.
Relatório semanal: toda segunda os administradores recebem por e-mail, e também na central de notificações, o resumo da semana fechada — receita, conversão, ticket, ciclo, receita por origem e esforço por vendedor. Os números são os mesmos dos painéis. Junto com ele chega a pauta da revisão de pipeline: os negócios que pedem decisão, os sem próxima atividade e os parados além do prazo.
Proposta com ciclo de vida: a proposta deixou de nascer e morrer como rascunho. Ela passa por enviada, vista, aceita ou recusada, com a data de cada passo, e o link enviado ao cliente avisa quando ele abre.
O Digla se instala como aplicativo, pelo menu do usuário, com ícone próprio, tela cheia e atalhos para Atendimento, Pipeline e Dashboard. E a sessão ficou resistente a falha de rede: uma oscilação momentânea não derruba mais ninguém.